1993
A primeira gravação
Grava “Valsinha de Natal” e inicia um percurso de palco que começou ainda na infância.
Cantora · Autora · Intérprete
Cantora. Autora. Mulher em permanente descoberta.

01 · A essência
“A música é a minha forma de tocar o invisível. As palavras, a forma de o revelar.”
Ana Margarida cresceu com a música como linguagem natural. Muito antes de a carreira ter um nome ou uma direção, já a voz lhe permitia transformar emoção em presença e encontro.
O seu caminho não foi uma linha reta. Entre palcos, pausas, descobertas e regressos, atravessou diferentes universos — do Fado à música portuguesa, da composição ao teatro, da música meditativa à escrita. Cada território acrescentou profundidade à intérprete que é hoje.
No centro permanece a mesma procura: cantar com verdade e criar espaço para que quem escuta possa reconhecer as suas próprias emoções.
02 · Percurso
Mais do que uma sucessão de datas, um percurso feito de coragem, reinvenção e fidelidade à emoção.
1993
Grava “Valsinha de Natal” e inicia um percurso de palco que começou ainda na infância.
1994
Representa Portugal no Bravo Bravíssimo, em Cremona, interpretando “Uma Casa Portuguesa”.
1995
Vence o primeiro lugar no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, com “Povo que Lavas no Rio”.Ver registo histórico · Sindicato dos Jornalistas ↗
1998
Em Cidade contra Cidade, conquista uma ambulância para os Bombeiros do Seixal.
2005—2012
Compõe, cria o espetáculo “As Minhas Canções” e cruza a voz com teatro, música meditativa e projetos terapêuticos.
2021—2023
Desenvolve o projeto Fado ao Piano com Renato Silva Jr. e lança nova música, entre singles e os EPs “Improviso à Chuva” e “Fado ao Piano”.
2026
Participa no Festival da Canção com “O-PI-NI-ÃO” e apresenta “Cabeça de Vento”, reafirmando uma identidade artística sem fronteiras rígidas.Ver perfil no Festival da Canção · RTP ↗
03 · Identidade artística
O Fado é raiz, mas não fronteira. A voz encontra a palavra, a memória encontra o presente e a tradição ganha espaço para respirar.
A presença, a interpretação e a emoção como matéria viva.
Poesia, escrita e pensamento como extensão natural da música.
A pérola não como construção, mas como aquilo que se revela.
04 · Hoje
Canto a verdade da alma para despertar as tuas emoções mais profundas.
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